
E aos poucos vai passando, aos poucos a tempestade vai cessando. É claro que, se tiver sido forte e verdadeiro, você vai sentir falta. Sempre vai haver uma situação, uma ocasião, uma palavra que te lembre aquela pessoa. Aquela que só deixou saudades dentro de você. Mas tu também percebe que isso vai acabando aos poucos, devagar, com o tempo. Tu conhece novas pessoas, tu muda a tua rotina, tu vai à lugares novos. Tu se renova. E vai parando com aquela tristeza absurda de sentir o teu peito doer a cada vez que respira. Mas isso vai acontecer muito naturalmente, sem você tentar nada. Sem livro de auto-ajuda, sem mentiras, sem novos amores, sem novas expectativas, nada. Apenas respeitando o teu limite pra esquecer, pra não querer mais aquela pessoa. Um dia você esquece, tu vai ver. Um dia para de doer.
Gabriela
[…] É você. Sempre foi, embora algumas vezes eu simplesmente não tenha reparado nisso. Quando eu percebi que ele não era você, já era tarde demais. Eu devia ter ido atrás de você, não devia? Ter te dito que ele nunca, jamais, em hipótese alguma, iria acabar com o nosso amor e com a nossa história. E, cara, aquilo não era amor. O que eu sentia por ele, era só fogo de palha. E contigo não, quando eu pensava na tua pessoa - e, aliás, é assim até hoje - eu sentia aquela coisa bonita sabe? Amor. Que droga não ter percebido isso antes! Que droga não ter visto que você era o “alguém” que eu sempre quis. Não pode ter sido o nosso fim, não foi um fim decente. Aliás, nossos términos nunca foram adequados. Mas sempre existiu algo que nos prendia, que nos ligava. E eu me pergunto… Como isso pode ter acabado? Será que era assim tão fraco o que a gente tinha? Estou me sentindo tão só e a culpa é minha. Por não ter te segurado quando você se foi, por ter deixado você pensar que eu era a pior pessoa do mundo, por não ter te feito bem. Me desculpa, foi tudo um mal-entendido. Uma garota completamente confusa que tirou conclusões precipitadas demais. Mas eu reconheço, o erro foi meu mesmo, com toda a certeza do mundo. […]
Olha… Foi bonito. Todo mundo sabia disso. Eu não fui a única com quem você ficou, e vice-versa. Mas o nosso beijo era diferente, tu sabe disso. Era com amor, com carinho, com intensidade, com verdade. Na minha mente, não era qualquer um que eu estava beijando; era você. E você era a pessoa mais especial que poderia existir na minha vida. A gente era diferente? Era, é verdade. Eu sempre fazendo o estilo doidinha do grupo de amigos, e você sempre com aquela tua cara de sono. Mas era a tua cara de sono. E era o meu jeito maluquinha. E foi assim, a gente se apaixonou sem mais. Sem pensar nas diferenças, sem pensar que não daria certo tanta coisa nada a ver entre nós. E foi tão, mas tão lindo. Você concorda, não concorda? Eu fui a tua única namorada, tenho certeza. Sempre fomos tão ligados, tão conectados um com o outro. Não conseguíamos nos desprender um do outro. Houve atração sim, houve pegação, curtição, zoeira, e todos os afins. Mas no fundo, no fundo, com você havia sempre mais. Mais intensidade, mais calor, mais carinho, mais amor. E eu fui me apaixonando, e tu também. Tu sabe. E simplesmente fomos um casal lindo. Tudo bem que eu era um pouco mais alta do que você, mas… E daí? Não são centímetros que definem sentimentos. Foda-se essa e todas as outras “diferenças” que os outros viam na gente que, sinceramente, absolutamente não existiam pra nós. É, a gente não enxergava essas características. E era feliz junto. Vai dizer que não, que aquele sorrisão que você dava quando me via pela manhã não era felicidade? Se aquilo não é ser feliz, eu não sei mais o conceito de “feliz”. Foi tão bom te encontrar na minha vida. Foi com você meu primeiro beijo e, por mais que eu queira te esquecer, sei que você será inesquecível. Porque - além da primeira pessoa que me beijou - você também foi meu primeiro namorado, e meu primeiro amor de verdade. Até hoje eu me lembro do dia em que te vi pela primeira vez. E isso vai ficar marcado pra sempre na minha memória. Mas que pena, não é mesmo?, que hoje tudo isso tornou-se apenas mais uma parte da história, apenas lembranças. Não lembranças comuns, jamais. Viraram apenas recordações felizes. E fim. Fim? É, acabou nosso amor. Não diria o amor, mas a história toda que o sustentava. E sabe o que eu acho, sinceramente? Que dessa vez foi definitivo. Até pra não sofrermos mais, pra não nos machucarmos de novo, enfim. Foi pra sempre. E eu espero que em breve consiga escutar as nossas músicas e meus olhos parem de se encher de lágrimas automaticamente lembrando de você. Aos poucos isso vai acontecer, mas não agora. Ainda me custa muito, mas muito mesmo, aceitar que esse foi o fim de toda uma história. A nossa história. Entende? Não deve ser fácil pra você também, mesmo querendo disfarçar, quando os nossos olhares se encontram - quase todos os dias, só não se encontram mais porque eu te evito - eu vejo algo de diferente no teu olhar. Sei lá, consigo perceber que não é raiva, nem rancor, talvez nem seja amor, é indescritível. Impossível explicar a magia que vejo nos teus inconfundíveis olhos verdes, bem lá no fundo, que você sabe, eu sou a única que conhece. Aliás, como eu não vai haver tão cedo. Não se o teu limite for essas garotas “corrimão-de-escada”. Que te entenda, que sinta um ciúmes pouco possessivo, que te ame tão intensamente assim como te amo. Opa, disse que te amo? Bom, não espere mais nada de mim. Não espere que eu vá atrás de você te pedindo pra voltar, dando-lhe mil justificativas pelo quê fiz aquilo. Porque, apesar de toda essa vontade imensa de correr pros teus braços e te dizer o quanto meus dias sem você são chatos, eu não vou fazê-lo de fato. Sou covarde, é verdade. Me desculpe meu bem, mas você me conhece e sabe que sempre quem tomou as iniciativas foi você. Então, não espere. Mesmo. Até queria ter essa cara-de-pau, é sério, mas definitivamente não tenho. Então, é isso… Se cuida, viu?! Eu ainda tenho muitas palavras pra te dizer, mas não irei proferir nem metade. Isso é um adeus, então… Adeus.
Da tua ex-namorada,
Gabriela (22/05/2012)
Oi. Como é que você tá? Espero que esteja se cuidando, espero que esteja feliz. De verdade. Deixa eu te falar uma coisa? Você tava lindo de cachecol hoje. Sério mesmo. Não adianta mais, né? Ficar aqui pedindo desculpas, tentando fazer você voltar, chorando como se o mundo fosse acabar. O mundo já acabou, no momento em que você partiu. Não é culpa minha amar tanto assim você. Não é culpa minha precisar desse teu sorriso pra mim. De verdade, eu até queria não amar mais você. Te juro. Mas me desculpa se eu não consigo te tirar daqui de dentro. Olha só eu pedindo desculpa de novo. Pura culpa, né? Você sabe. Que eu te amo, não sabe? Bom que saiba. Até mesmo porque eu sinto necessidade de te dizer isso. Mas tudo vai continuar igual, eu sei. Melhor. Te deixar ir. Concorda comigo? Será que pelo menos em uma coisa, nós concordamos? Difícil. Sempre fomos assim, né, diferentes um do outro. Ou talvez não. A verdade é que eu nunca te conheci tanto a ponto de saber certas coisas. Nem pra dizer se éramos iguais ou opostos. Foda-se. Eu te amo de qualquer jeito. Você conhecendo o meu gosto por futebol, ou não. Sabendo da tua preferência por pagode ou não. Fo-da-se. E a gente se completava, não era assim? Era, cara, era assim. Você era meu. Eu era tua. Eu era tua, Eduardo. Mas hoje a gente já não é mais nada, além de dois desconhecidos. Os dias passam, e rápido demais. Quanto tempo mesmo? 1 mês e três dias. E a gente já não conversa mais, já não se beija mais, não se abraça, não escuta no pé do ouvido a voz um do outro. É a “vida” que segue. Mas, afinal, de que vida nós falamos? A minha parou no momento em que eu te perdi, e dessa vez foi pra sempre. Você sabe. Você mesmo me demonstrou isso, foi ou não? Foi. Só me desculpa mais uma vez, por ter reparado em como você estava lindo hoje e não ter te dito nada. Eu não ia aumentar o teu auto-ego assim, de graça. Tá entendendo? Não ia adiantar te falar sobre como eu gostei da tua roupa hoje, sobre como os teus olhos estavam brilhando, como o teu sorriso me nostalgia. Eu pedi muito. Pedi pra te esquecer, pra que você deixasse eu desistir de ti. Mas não deu. Nunca dá. Você faz questão de me olhar no momento em que eu estou te olhando, faz questão de me observar e deixar minha amiga reparar nisso. Ela me contou. Que você ficou me observando por mais de três segundos. Eu fiquei toda feliz. Ora, mas o que são três segundos perto daquele tempo todo que a gente se olhava? O quê? E eu fiquei feliz, eu me contentei com míseros três segundos que você me olhou. Nossa, mas como tudo mudou. Como o que a gente tinha acabou mesmo, definitivamente. Pois é. Eu já sabia. Só não achava que tudo tinha chegado no fim mesmo. Eu vou seguir. Como você fez. Só que eu vou demorar um tempo maior do que o teu. Isso varia de pessoa pra pessoa. A minha ainda te ama. A tua me esqueceu. E me perdeu. Pra sempre. E sem mais. E sem três pontos, três segundos, nada. Sem eu e você. Sem nós. Fim. Eu só queria te dizer… Que você tava lindo hoje, assim como ontem, e antes de ontem, e sempre.
Mas eu me lembro de quando você fingia me beijar, e de repente recuava só pra ver como eu ficava irritada. Lembro de quando ficava aproximadamentr uma hora depois das aulas só pra ficar com você, mesmo que levasse a maior bronca depois. Hoje eu estava contando aos meus amigos como tudo aconteceu, desde o início. O dia em que te conheci, o nosso primeiro beijo, as nossas idas e vindas. Contei daquela vez em que fui te ver jogar, de quando brigamos por causa do teu ciúmes, das vezes em que você ficava falando sobre mim com a minha amiga, daquele seu “plano” pra poder conversar comigo e tentar reatar o namoro. Foi tudo lindo demais, toda a história que a gente construiu foi muito marcante. Eu sei que sempre vou me lembrar de nós, com muita nostalgia. Aquela vez em que fomos ao parque e eu não parava de falar do meu ficante, foi bem horrível não é? Me desculpe. Eu sempre quis demonstrar que me importava, que queria ficar contigo, que era tu quem me fazia bem, mesmo se em algumas vezes não soubesse o modo correto de fazê-lo. Mas no fundo eu não me arrependo de muita coisa… A não ser desse nosso último namoro. Eu nunca vou me perdoar por ter feito o que fiz. Como se não bastasse, ainda te expus ao ridículo. Essa foi uma das partes ruins da nossa história. Sabe, eu ainda tenho muitas palavras engasgadas pra te dizer. Mas quer saber? Acho que à essa altura do campeonato, você não se importa mais. Mesmo que algumas vezes - raríssimas, por sinal - nossos olhares se encontrem, mesmo que a esperança queira tomar conta do meu coração, mesmo que meus amigos digam que você ainda gosta de mim. Toda história tem um fim, não é? E esse é o nosso, porque pra falar a verdade nós já adiamos demais, já tentamos demais, e ganhamos de menos com tudo isso. Mas mesmo assim, eu gostava de tentar mais uma vez com você… Porque quando tudo parecia perfeitamente estável, você vinha e bagunçava tudo. E, confesso, eu gostava desse tipo de bagunça, era a nossa bagunça entende? Enfim, eu me sentia bem do seu lado, mesmo que o mundo fora do teu abraço parecesse ruim. Era só um olhar e um sorriso teu, que tudo se encaixava. Tudo sempre ficava bem com você por perto, embora muitas vezes eu tenha ficado confusa, eu admito que amava só você. Sempre. E ainda amo, mas sei que isso já não é mais o bastante pra resgatar a nossa história. Cara, como eu queria que você ainda me amasse do jeito que eu te amo e que um dia tudo voltasse a se encaixar outra vez e o mundo ficasse mais cor-de-rosa. Como eu te queria de volta, meu bem… Mas é o final, não é? Eu tenho que superar isso. Odeio despedidas, quanto mais dizer adeus, então não espere o meu ponto final tão cedo.
Gabriela [16/05/2012]

Mas me deixa, vai. Me deixa desistir de você. Não fica me olhando como se ainda restasse amor, como se ainda me quisesse pra si. Olha pra elas, sorri pra elas, pensa nelas. Eu sei que você adora fazer isso. Então, por favor, não fica mais me iludindo e achando que a gente tem volta, porque não tem! Você mesmo me demonstrou isso, não foi? Então me deixa esquecer tudo o que passamos, me deixa apagar as melhores lembranças, me faz esquecer que um dia você passou por aqui. Deixa eu arrumar essa bagunça que tá no meu coração, que consegue ser maior que a do meu quarto. Quando eu te olhar, não olha de volta. Você não sabe como isso mexe comigo, bem lá no fundo, porque eu ainda te quero nos meus braços. Mas não me deixa ter falsas esperanças por favor, não cria em mim uma ilusão desnecessária, não faz com que as feridas doam mais ainda. Pode parecer loucura o que estou te pedindo, mas… sai da minha vida. Porque se não vier pra valer, pra se entregar de verdade, nem quero que venha. Estou dispensando esse tipo de coisa. Será que consegue entender? Não é que eu não queira mais você, tampouco que meu amor tenha acabado. É que no fundo, no fundo mesmo, bem lá no fundo, eu sei que você não vai voltar. Então vê se para de me olhar toda hora, de ficar chamando a minha atenção, de passar e olhar pra mim pra ver se estou fazendo o mesmo. Os teus sentimentos não vão mudar, você não vai se apaixonar por mim outra vez. Não seremos mais um casal, sabe, nunca mais! Digo, e repito sempre: nossa história acabou! Os momentos, as risadas, os beijos, tudo. Não vou mais sentir o cheiro do teu perfume quando te abraçar, e você não vai mais me chamar de “linda” o tempo todo. Eu sei disso. Nossa história acabou, acabou, acabou! Repito isso pra ver se entra dentro da minha cabeça e, acima de tudo, do meu coração. Eu só quero que você entenda que eu nunca fiz nada pra te magoar, desculpa se foi isso o que aconteceu. Mas sabe de uma coisa? Você não merece um terço do meu amor, tu não tem sentimentos. Me custa a admitir isso, mas é a verdade, você sabe que é. Você ao menos se importa se o meu comportamento mudou depois de te perder, se não ando mais rodeada de gente como andava. Você ao menos liga. É sério, você não liga! Quando me olha, quando passa perto de mim, quando dá o entender de que “ainda” me ama, não é sentimento não… Ao menos sei o nome disso, mas amor é que não é. Então pelo amor de Deus, me deixa te esquecer de uma vez? Me deixa parar de pensar em ti a cada música que escuto, me deixa parar de querer te contar como têm sido difíceis os dias sem você. Tá combinado? Vamos deixar o passado no passado, e esquecer que um dia nos amamos. E quer saber? Você não me amou… Não é? Me deixa acreditar nisso, por favor…
Eu nunca pensei que te amaria tanto. Nunca sequer imaginei que chegaríamos a ser um casal, a construir uma história como a que a gente viveu. E hoje, bem, nós não estamos mais juntos. Porque eu errei com você. Minhas desculpas jamais serão o suficiente, mas quer saber? A minha vida só tem sentido quando eu fecho os olhos e penso em nós. Mas, infelizmente, agora somos nada mais que apenas eu e você. E eu sinto tanto por isso… Sinto a sua falta. Tô com saudade daquele sorriso que esperava por mim todas as manhãs, daqueles olhos verdes que faziam o meu coração acelerar quando me olhavam, dos abraços que a gente trocava com toda a intensidade. É tão amargo ficar sem você. Eu tive que dizer “adeus” pra tudo isso, mas o meu coração ainda tem esperanças de que você seja meu mais uma vez. Que essa, definitivamente, seja a nossa vez. Sempre que eu me entreguei, você não se entregou e vice-versa. Nunca fomos completos, mas ao mesmo tempo, a nossa história foi a mais linda que eu já vivi. Dentre tantos sorrisos que já conheci, eu prefiro o seu. Eu trocaria tantas coisas pra estar aí do teu lado… É véspera do teu aniversário. Com quem será que você vai passar essa data tão especial? Não sabe como eu queria te abraçar esse domingo. Te ter pra mim, te ter em meus braços, em meu colo, em minha frente. Tá machucando demais esse nosso fim. Parece que agora tudo foi por água abaixo, pra sempre. Eu reparei nisso quando você me olhou nos olhos e falou: “já é a quarta vez que a gente volta e termina.” E aí eu percebi que você estava cansado de tentar, de insistir numa coisa, que nunca dava certo. Sabe por quê? Porque sempre um amou por dois. Esse foi o maior erro de todos. Eles foram cometidos por você, por mim, nós dois temos a nossa parcela de culpa nesse término. Mas eu queria que você soubesse, de qualquer jeito, mesmo depois de tudo acabado eu te amo. Simplesmente por ser você. Aquele que costumava ser meu. Só você me entende, só você consegue diferenciar o meu humor, só você consegue me fazer sentir nas nuvens. Tô passando as minhas noites e minhas madrugadas em claro, derramando lágrimas e mais lágrimas. Não sabe como dói, como eu desejo que esse pesadelo acabe e que no final de tudo você esteja lá novamente. Sem você, eu não sou eu entende? Nada tem graça… Esses dias têm sido frios, vazios, um rio de solidão e culpa. Sim, culpa, porque se não fosse por mim você estaria aqui agora. Queria ter coragem pra bater na porta da tua casa e dizer que ainda te amo, e que te espero cada vez mais, que não aguento esse vazio no peito sem você do meu lado. Eu fiz algo, uma carta que pra mim diz muita coisa, e espero que você leia e compreenda tudinho. Desejo muito isso. Imagina que louco se na segunda de manhã eu sentisse você me puxando pra perto de novo? Mas é melhor não criar expectativas, porque é meio difícil de entender o que estou sentindo. Eu só quero que você leia as minhas palavras sem raiva, sem rancor, sem mágoa. Só pensando em tudo o que vivemos, em tudo o que sentimos um pelo outro. Isso já seria o suficiente. Se você entender os meus motivos pra ter feito o que fiz com você, já vou me sentir melhor. E se voltar pra mim… bem, você não vai voltar não é? A minha vida piorou sem você aqui, mas a tua deve estar bem melhor sem a minha presença. Tudo bem. Eu vou ficando por aqui, porque as palavras já estão escassas. Só queria que lembrasse de tudo o que marcou a nossa história, e que não jogasse tudo fora por um medo ou orgulho barato. Porque por mais difícil que seja de acreditar, eu te amo demais Eduardo.